Estratégia de InstagramEsta página apresenta a estratégia desenhada para o Instagram da Cláudia, nos mesmos 18 blocos do documento do time, sem remover nem acrescentar nenhuma recomendação. Ao lado dela está o perfil como ele está hoje: leitura pública de @falecomclaudiafernandes em 16/09/2026, com as 24 publicações mais recentes, de 19/07 a 15/09. O botão no topo alterna entre o perfil de hoje e a proposta dos blocos 10 e 11.
O campo de nome hoje traz Claudia C Fernandes. É a primeira linha que a pessoa lê depois do @, e quem procura pela Cláudia pelo nome chega ao perfil.
O bloco 02 lista o que quem chega precisa conseguir responder: quem ela é, por que tem autoridade, sobre o que fala, o que já viveu, que tipo de empresa pode contratá-la e como conhecer melhor o trabalho dela. A leitura começa aqui.
"Comunicação transforma comportamento e gera lucro $" é uma declaração de ponto de vista, e não um cargo. É o que o bloco 15 chama de visão própria.
O bloco 04 pede o passo seguinte para essa linha: menos declaração, mais evidência. A estratégia não pede para trocar a frase, pede que o conteúdo do perfil passe a sustentá-la com episódios reais.
A terceira linha nomeia Palestras, Consultoria e IA aplicada à comunicação. Os blocos 12 e 13 tratam palestras e consultoria como duas frentes distintas, com comunicação própria cada uma.
O que a estratégia acrescenta não é a oferta, que já está escrita. É o caminho depois do interesse: onde a pessoa clica para conhecer o trabalho inteiro.
Hoje o link leva ao site próprio. O bloco 11 propõe que a nova landing page passe a funcionar como destino principal do Instagram, com uma chamada direta e simples.
Na proposta: "Conheça o trabalho da Cláudia ↓" apontando para claudia.nobox.tech. Toque em "Como poderia ficar", no topo da página.
O documento não pede para tirar o site próprio do perfil. O que muda é qual destino a bio apresenta primeiro.
O bloco 10 lista sete destaques: PALESTRAS, NO PALCO, CASES, IDEIAS, CONSULTORIA, ROSA e POR AÍ. Eles funcionam como atalhos para quem acabou de chegar e não vai rolar 233 publicações.
A lógica não é criar abas de um site. É criar portas de entrada para diferentes lados da Cláudia.
Das 24 publicações lidas, 21 são Reels, entre 19/07 e 15/09. O perfil já é, na prática, um perfil de vídeo curto, produzido dentro da própria rotina.
É exatamente a matéria-prima do bloco 17: uma palestra, uma viagem ou um projeto já geram registro, bastidor, aprendizado e corte. O que a estratégia acrescenta é a função de cada peça, e não o esforço de gravar.
A Cláudia já tem o que a maioria dos perfis profissionais passa anos tentando construir: repertório, autoridade, experiência, histórias e acesso a grandes empresas. O problema hoje não é falta de conteúdo. É que todo esse repertório ainda não está organizado para cumprir uma função comercial clara no digital.
O perfil confirma o diagnóstico. São 233 publicações e 859 seguidores, e das 24 publicações lidas 21 são Reels: o hábito de produzir já existe e é frequente. A publicação de maior engajamento da janela, com 3,61%, é uma frase pessoal sobre estilo aos 60, e não uma credencial de carreira. É a tese do documento aparecendo nos números: o currículo prova, a história aproxima.
O objetivo desta nova fase é aumentar as oportunidades de palestras e consultorias corporativas, ampliando o volume de empresas que conhecem o trabalho da Cláudia. O Instagram passa a funcionar como porta de entrada comercial, sem deixar de ser um perfil pessoal, e a landing page recebe o interesse.
Repertório, autoridade, experiência, histórias e acesso a grandes empresas. Uma bio que já declara a tese e já separa palestras de consultoria. E um hábito de produção frequente: 24 publicações em 18 dias diferentes, entre 19/07 e 15/09.
A organização que transforma repertório em função comercial: territórios de conversa, destaques como portas de entrada, um destino claro para o link e uma lógica de mídia.
Os seis primeiros conteúdos do bloco 16, as sete portas do bloco 10 e a landing page do bloco 11 como destino do link da bio.
O documento começa por onde a conversa costuma terminar: pelo que já existe.
É o que a maioria dos perfis profissionais passa anos tentando construir.
A nova fase não parte de um problema de produção. Parte de um problema de organização.
Aumentar as oportunidades de palestras e consultorias corporativas, ampliando o volume de empresas que conhecem o trabalho da Cláudia.
O Instagram não precisa explicar toda a carreira da Cláudia. Ele precisa fazer a pessoa querer conhecê-la melhor.
Cada etapa é uma pergunta a menos para quem está avaliando contratar.
Duas coisas que a estratégia não é, e uma que ela é.
Nenhum dos dois caminhos aproveita o que ela já tem.
Por isso a proposta desta página não inventa conteúdo novo: reordena o que está publicado.
Muitas pessoas podem falar sobre liderança, comunicação, IA, marketing, carreira ou negócios. A diferença está em de onde a Cláudia fala.
Ela acumulou 35 anos de experiência em comunicação, marketing e negócios, passando por empresas, agências, diferentes mercados e posições executivas. Isso permite falar de temas atuais a partir de situações que realmente aconteceram. É esse repertório que precisa aparecer com mais força.
É isso que torna o conteúdo proprietário: ninguém mais pode contar essas histórias.
As 24 publicações mais recentes, por engajamento, na ordem em que foram publicadas. Cada barra abre a publicação com a legenda publicada.
A primeira delas, e maior da janela com 3,61%, é uma frase pessoal sobre estilo aos 60. Não é uma credencial de carreira, é uma posição sobre a própria vida.
Nas outras seis, cinco trazem leitura de mundo e posição declarada: seguir aprendendo no meio das mudanças, inovação que é para todo mundo, o voto como direito de todos, a vida que não é filme e onde o dinheiro de mídia vai parar. A sexta, com 1,75%, é de novo uma cena pessoal, sobre aproveitar a vida e os amigos.
Duas das três maiores da janela são cenas pessoais. É a tese do bloco 07 confirmada pelo próprio perfil: o currículo prova, a história aproxima. A estratégia propõe usar essa mesma matéria-prima a serviço de uma função comercial.
Engajamento medido como curtidas mais comentários sobre seguidores, publicação a publicação, em leitura pública de 16/09/2026.
A carreira da Cláudia passa a ser uma fonte permanente de pautas. A estrutura pode ser simples.
"Em uma cidade onde não existia a estrutura de mídia que estamos acostumados a imaginar, a comunicação de um voo começou com um alto-falante."
A história abre espaço para falar sobre adaptação, contexto e comunicação.
"O que funciona em São Paulo pode não funcionar no interior de Minas. E isso não é um problema de sotaque."
A partir da experiência, discutir cultura, comportamento e contexto.
"O que 17 anos trabalhando com algumas das maiores marcas do mundo me ensinaram?"
Transformar currículo em repertório.
"O que muda quando você precisa construir uma marca enquanto o negócio está acontecendo?"
Transformar experiência executiva em aprendizado de negócio.
"A IA não vai deixar você burro. Pode deixar você igual."
Uma provocação que abre discussão sobre pensamento crítico, repertório e uso estratégico da tecnologia.
Não serão temas rígidos. Serão territórios de conversa, e é a partir deles que cada pauta nasce.
Casos reais, decisões, erros, acertos e aprendizados.
Opiniões e provocações sobre comunicação, marketing, liderança, negócios e IA.
Grandes marcas, diferentes mercados, viagens, experiências profissionais e referências.
Momentos pessoais que ajudam a explicar quem ela é profissionalmente.
Palestras, bastidores, preparação, eventos, público e resultados.
Consultoria, estratégia, problemas complexos e projetos.
O currículo continua importante, mas no Instagram ele precisa deixar de aparecer apenas como uma sequência de cargos e empresas.
A frase à esquerda é a do documento, e é justamente a que o bloco 07 propõe deixar para trás. Além do Off é empresa da Cláudia. A plataforma LÉIA é licenciada por ela. As duas entram nesse bloco como continuidade da carreira, e não como recomeço.
A proposta não é retirar a personalidade da Cláudia do perfil.
Só a organização. Uma viagem pode continuar sendo apenas uma viagem.
Mas, quando houver uma experiência que tenha relação com cultura, comunicação, comportamento ou negócios, ela pode virar conteúdo.
O perfil não precisa parecer uma empresa. Ele precisa parecer a Cláudia, só que com mais clareza sobre o que ela faz profissionalmente.
A mudança visual não deve transformar o Instagram em um feed corporativo. O objetivo é criar reconhecimento e consistência para os conteúdos profissionais.
A fotografia espontânea continua tendo espaço. Viagens continuam tendo espaço. Registros pessoais continuam tendo espaço. Mas os conteúdos profissionais precisam começar a ser reconhecidos como parte de uma mesma marca.
Decisão dela, na reunião: "não vou ficar reinventando a roda. Vai ser as minhas cores de branding."
Os destaques precisam funcionar como atalhos para quem acabou de chegar e não vai percorrer 233 publicações.
A nova landing page já pode funcionar como destino principal do Instagram. Isso simplifica a jornada e dispensa criar uma segunda página só para a rede.
Gera interesse, identificação e autoridade.
Apresenta o trabalho, temas, formatos e provas.
Transforma interesse em oportunidade comercial.
Não precisamos criar uma segunda página só para o Instagram. O papel de cada peça fica dividido, e o caminho do interesse até a conversa comercial fica com uma etapa a menos.
As palestras precisam aparecer no conteúdo sem que o perfil fique com cara de propaganda. A ideia é mostrar por que uma conversa com a Cláudia é relevante para uma empresa.
Apresentar os principais territórios de palestra de maneira simples e concreta.
Conteúdo voltado diretamente para quem contrata.
Mostrar preparação, entendimento do público e adaptação da conversa.
Usar Som Livre e Porto Saúde como prova de adaptação de conteúdo, assim que os registros estiverem disponíveis.
Consultoria deve existir como uma frente clara, mas sem misturar sua comunicação com a das palestras.
Entender o problema e identificar oportunidades.
Construir estratégia, direcionamento e plano de ação.
Participar da execução e acompanhar o desenvolvimento do projeto.
A Cláudia pode liderar o projeto e trabalhar com especialistas conforme a necessidade. O case da L'Oréal, por exemplo, mostra que a atuação pode envolver estratégia, inovação, conteúdo, tecnologia e especialistas.
Isso abre uma porta comercial diferente da das palestras, com outro tipo de conversa e outro tipo de decisão do lado do cliente.
Outubro Rosa deve ser tratado como uma frente comercial importante, mas não como o centro da marca.
A história pessoal da Cláudia dá profundidade à conversa.
A parceria com uma profissional da área médica acrescenta informação e orientação.
O formato pode ser levado para empresas que querem trabalhar o tema de forma mais relevante internamente.
Funcionam como porta de entrada em novas empresas. Nesse caso, o objetivo não é apenas divulgar o evento.
É criar relacionamento e abrir novas oportunidades corporativas.
Duas publicações de 07/09 já tratam do tema, uma delas convidando empresas para a conversa. Clique para abrir a legenda publicada.
Não faz sentido impulsionar tudo. Também não faz sentido decidir mídia apenas olhando curtidas. O conteúdo precisa primeiro cumprir uma função.
arraste a tabela para o lado
| Função | Objetivo | Exemplo | Papel da mídia |
|---|---|---|---|
| Repertório | Apresentar a experiência da Cláudia. | "O que 17 anos de P&G me ensinaram?" | Ampliar reconhecimento entre públicos corporativos. |
| Autoridade | Mostrar visão própria. | "A IA não vai deixar você burro. Pode deixar você igual." | Gerar alcance qualificado e posicionamento. |
| Prova | Mostrar que a Cláudia já está dentro de empresas e grandes eventos. | Som Livre, Porto Saúde, outros palcos e cases. | Gerar confiança. |
| Produto | Explicar o que pode ser contratado. | "Sobre o que eu falo no palco?" | Falar com públicos mais próximos da contratação. |
| Comercial | Gerar ação. | "Sua empresa quer levar essa conversa para o Outubro Rosa?" | Prioridade em conversão e geração de contatos. |
Cinco funções, cinco decisões de mídia diferentes. A escolha do que impulsionar vem da função, não da curtida.
Para começar, precisamos de conteúdos que apresentem a nova lógica imediatamente.
Apresentar a trajetória de forma rápida e visual.
P&G, Azul, Publicis e outras experiências como fonte de repertório.
Apresentar os principais temas de forma objetiva.
História pessoal e conexão com Outubro Rosa.
Reinvenção, Além do Off, a plataforma LÉIA e a continuidade da carreira.
Conteúdo com função comercial e oportunidade de mídia.
A estratégia não depende de inventar 12 ideias novas todos os meses. A própria rotina da Cláudia passa a alimentar o conteúdo.
Na janela lida, nove das 24 publicações saíram de um único evento e do que veio antes e depois dele, entre 01/08 e 10/08. Uma agenda gerou quase 40% do conteúdo do período, sem nenhuma pauta inventada.
É a mecânica do bloco 17 já em funcionamento. O que a estratégia acrescenta é a função de cada peça dentro da jornada comercial.
Não queremos transformar o Instagram em um catálogo. Também não queremos criar uma personagem digital. Queremos que, ao conhecer a Cláudia, uma pessoa pense, nesta ordem: